Viajei nas nuvens sobre meu sonho,
deixei que fluíssem espinhos sobre seu corpo nu,
deixei na lembrança apenas imagens explicitas,
onde meu sono não se esconde.

Pratiquei tentativas meras cenadas
porem sem resultados,
aprendi que só o tempo
trará algo merecido.

Deixarei que reveles
Pois essa e minha sena,
Transcrevi água em vinho
e hoje bebo o meu próprio sangue.

Não sei dizer não,

Porem o medo está constante,

Pleno o dia de sol,

Onde meus passos registram medo onde passo.


Climaticamente relevo minha sorte,

Por que nem a morte revela sua face,

Deixo expor emoções,

Onde confundo minha mente.


Compliquei meus versos,

Transparecendo fantasias,

Fiz rimas chocantes

Onde nem eu mesmo entendo.